Serviço Jesuíta aos Refugiados

A nossa missão

Acompanhar Servir Defender

Acompanhar, servir e defender refugiados, deslocados à força e todos os migrantes em situação de particular vulnerabilidade.

Serviço Jesuíta aos Refugiados

Apresentação

O Serviço Jesuíta aos Refugiados (JRS) é um apostolado global da Companhia de Jesus, fundado em 1980, pelo então Geral dos Jesuitas, Pd. Pedro Arrupe.

O JRS tem como missão «Acompanhar, Servir e Defender» os refugiados, deslocados à força e todos os migrantes em situação de particular vulnerabilidade, estando atualmente presente em mais de 50 países no mundo.

Em Portugal, o JRS foi criado em 1992, e desde então, desenvolve uma intervenção multidimensional que visa promover a integração plena de migrantes, refugiados e requerentes de proteção internacional na sociedade portuguesa.

Através de uma abordagem centrada na pessoa, o JRS atua em diferentes áreas essenciais, incluindo acolhimento, apoio social, acompanhamento jurídico, acesso à habitação, emprego, educação, aprendizagem da língua portuguesa e promoção da saúde e bem-estar.

O JRS desenvolve ainda uma ação de advocacy e sensibilização pública orientada para a promoção de políticas e práticas que garantam a proteção dos direitos e a inclusão das pessoas migrantes e refugiadas. Com base na experiência adquirida no acompanhamento direto destas populações, o JRS contribui para o debate público e fórmula recomendações junto de decisores políticos e instituições.

Visão

Uma sociedade marcada por uma cultura de hospitalidade enriquecedora para todos e onde os migrantes, particularmente os mais vulneráveis, encontrem condições para a sua participação ativa como cidadãos de pleno direito e acedam aos meios necessários à sua autonomia.

Valores

A ação do JRS é inspirada pela Doutrina Social da Igreja e pela visão cristã e inaciana da pessoa e do mundo.

A atividade do JRS é desenvolvida tendo em consideração estratégias que conduzam a um equilíbrio financeiro, técnico e ambiental.

O JRS promove a liberdade e a autonomia de atuação no desenvolvimento das suas atividades, recorrendo apenas a instâncias superiores quando se vê incapaz de levar a cabo a tarefa autonomamente.

É fundamental desenvolver com terceiros um trabalho em parceria para que sejam encontradas soluções articuladas para os graves problemas que afetam os migrantes.

A ação articulada entre as várias equipas do JRS é essencial para uma resposta integrada às múltiplas necessidades dos migrantes que nos procuram.

Para aferir resultados e o impacto da atuação do JRS é fundamental a monitorização e supervisão, recorrendo à avaliação interna e externa, bem como à autoavaliação, e assim, cultivar uma clareza e transparência nas ações e resultados obtidos.

Orgãos sociais

Presidente

Miguel Nuno Maria de Siqueira de Almeida, Sj

Vice-Presidente

António de Pape Portocarrero de Almada e Ary, Sj

Secretário

Joaquim José Leite de Castro Fraga

Presidente
Domingos Alberto Rodrigues de Freitas, Sj

Vice- Presidente
Irene Guia, Aci

Secretário
Nuno Filipe dos Reis Marques

Tesoureiro
José António Barreiros;

Vogal
Inês Braizinha

Presidente
Francisco Temes Domingues Ferreira de Campos Sj

Vogal
Marina Teixeira

Vogal
Clara Sofia Vieira Patrício Tavares

André Costa Jorge
andre.jorge@jrs.net

Documentos

JESUÍTAS

A Companhia de Jesus é uma ordem religiosa da Igreja Católica.
Foi fundada por Sto. Inácio de Loyola e seus companheiros em 1540.