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Programa de Interajuda para Profissionais Qualificados
Advocacy Network on Destitution
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A integração dos imigrantes e refugiados na sociedade portuguesa constitui um dos eixos de trabalho mais importantes do JRS Portugal. Um trabalho desenvolvido em rede, baseado em parcerias que ajudam a efetivar respostas integradas e específicas para as diferentes situações-problema.
Gabinete Social

O gabinete social do JRS-Portugal foi estruturado com o propósito de apoiar migrantes e refugiados em situação de vulnerabilidade social, sendo esta entendida como a situação em que o indivíduo se encontra incapaz de satisfazer por recursos próprios as suas necessidades, tais como alojamento, alimentação, educação, segurança, vestuário, saúde, entre outros. Procura assegurar-se uma intervenção integrada e um atendimento/acompanhamento psicossocial personalizado e individualizado.

- Apoio Social 

Para fazer face aos diversos problemas que estas populações apresentam prestamos os seguintes apoios:

- Acompanhamento a vários serviços

- Informação sobre acesso a direitos

- Facilitação do acesso aos serviços de saúde e a prestações sociais

- Encaminhamento para alojamento e outros apoios

-Visitas domiciliárias

- Apoio psicossocial

- Sinalização para retorno voluntário

- Apoio alimentar e encaminhamentos para apoios locais

- Informação Sócio-legal 

O JRS integra a rede CLAIM (Centros Locais de Apoio à Integração de Migrantes) através da Câmara Municipal de Lisboa com financiamento do FAMI (Fundo Asilo Migração e Integração).

Esta rede foi criada pelo ACM (Alto Comissariado para as Migrações) com o objetivo de prestar informações gerais e especializadas a imigrantes, nomeadamente no que diz respeito ao acesso a direitos e deveres e a questões sócio-legais. Este serviço é prestado tanto no centro de atendimento do JRS como em itinerância em locais com maior incidência de população migrante. As atividades desenvolvidas no âmbito do CLAIM incluem:

- Informações sobre direitos e deveres

- Informações genéricas sobre legalização e acompanhamento de processos de regularização

- Sinalizações e encaminhamentos para diferentes serviços

- Informações sobre participação cívica na sociedade portuguesa

Em situações de maior complexidade é prestado apoio jurídico direto e presencial aos utentes, no sentido de dar resposta às situações de maior vulnerabilidade social e legal, que implicam muitas vezes a completa destituição de direitos e que se revelam de maior complexidade em termos de acompanhamento jurídico e de proteção.

Mediação Sociocultural


O mediador sociocultural tem por função colaborar na integração de imigrantes e minorias étnicas, localizando e diminuindo o ruído que perturba a comunicação entre a população imigrante e a sociedade de acolhimento, para dar lugar ao conhecimento e ao respeito mútuo.

Atualmente o JRS Portugal tem 25 mediadores a trabalhar no Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e no Alto Comissariado para as Migrações.
Acompanhamento de Refugiados

Plataforma de Apoio aos Refugiados - PAR

O JRS juntou-se à Plataforma de Apoio de Refugiados (PAR) desde a primeira hora, sendo um dos membros fundadores e atualmente responsável pelo seu Secretariado Técnico.

A PAR foi criada no final do ano de 2015, depois de lançado um convite a um vasto conjunto de instituições da sociedade civil com vontade e disponibilidade para acolher e integrar famílias de refugiados em Portugal. Este repto coincidiu com o apelo do Papa Francisco para que cada paróquia acolhesse uma família de refugiados, o que resultou na adesão de dezenas de instituições e na participação de centenas de voluntários na causa dos refugiados, tendo a PAR sido considerado um exemplo notável da mobilização da sociedade civil a nível europeu no que diz respeito ao acolhimento de refugiados.

O Secretariado Técnico tem como principais funções mediar as relações entre as instituições anfitriãs PAR e os organismos da Administração Pública responsáveis pelo acolhimento, nomeadamente o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) e o Alto Comissariado para as Migrações (ACM), proceder à análise e diagnóstico de ofertas de acolhimento por parte de instituições anfitriãs, realizar entrevistas-diagnóstico às famílias beneficiárias e definir os critérios de distribuição das famílias beneficiárias pelas diferentes instituições de acolhimento.

Saiba mais em: www.refugiados.pt

Centro de Acolhimento Temporário para Refugiados (CATR)

A Câmara Municipal de Lisboa (CML), no âmbito da Agenda Europeia para as Migrações, comprometeu-se a acolher 500 refugiados na cidade, tendo para isso inaugurado o Centro de Acolhimento Temporário de Refugiados (CATR), onde o JRS está presente com uma equipa técnica preparada para dar um acompanhamento especializado aos refugiados acolhidos.

Entre as atividades desenvolvidas pelo centro, em colaboração com a CML, o JRS tem a responsabilidade de rececionar, encaminhar, acolher e acompanhar os refugiados desde a sua chegada ao aeroporto, colaborar com a CML na gestão da capacidade do centro, elaborar o plano individual de intervenção, assim como prestar acompanhamento individualizado, orientação, atividades de integração, apoio jurídico, acompanhamento a serviços, apoio psicossocial e diagnóstico e avaliar e acompanhar individualmente cada refugiado, após a sua saída do CATR, com periodicidade mensal ou trimestral.

Acolhimento de Recolocados/Reinstalados

O JRS Portugal, ao abrigo de um protocolo com a Câmara Municipal de Lisboa, tem a seu cargo um conjunto de habitações com vista a acolher refugiados no âmbito dos programas de acolhimento em vigor.

Constitui função do JRS, além de preparar convenientemente as habitações para receber os refugiados condignamente, acompanhar os mesmos durante o período de acolhimento e desenvolver as ações necessárias para, findo esse período, encaminhar os refugiados para outras habitações de forma a libertar estas para novos processos de alojamento.

 


5ª Feira, 30 de Março de 2017       Serviço Jesuíta aos Refugiados . JRS Portugal 2013